A Equatorial, afirma membro ministerial, reconheceu que algumas intervenções poderão causar transtornos temporários à população

Por redação com assessoria do MPAL

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Equatorial Alagoas – Reprodução

A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Maceió reuniu-se, na sexta-feira (8), com representantes da Equatorial Energia para a apresentação técnica do plano de desativação e modernização da rede de transmissão de energia elétrica da capital alagoana. De acordo com a empresa, a Subestação do Pinheiro será desativada e substituída pela nova Subestação do Canaã, que se encontra em fase conclusiva. O Ministério Público de Alagoas (MPAL) acompanhará de perto todas as etapas do cronograma, fiscalizando a adoção de medidas preventivas e exigindo transparência nas informações prestadas à população.

De acordo com o promotor de Justiça Dênis Guimarães, durante a reunião foram pormenorizadas as intervenções estruturais que serão executadas para ampliar a segurança e a confiabilidade do fornecimento de energia em diversos bairros da cidade.

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“A Equatorial informou que as obras da nova rede de transmissão entre o Tabuleiro do Martins e o Canaã devem ser iniciadas já nesta semana, incluindo instalação de postes, adequações estruturais e implantação de novos equipamentos. Estaremos atentos a todo o processo de execução com o intuito de garantir que o processo de modernização resulte em efetivo aprimoramento da rede elétrica, com mais segurança, estabilidade e qualidade no serviço prestado aos consumidores maceioenses”, destaca o promotor de Defesa do Consumidor.

Segundo a concessionária, a mudança resultará em uma reconfiguração completa da rede de distribuição, alterando o atual trajeto do sistema elétrico. Seus representantes explicaram que, no momento, o abastecimento ocorre por meio do eixo Tabuleiro–Pinheiro–Centro, mas, após a conclusão das obras, o novo fluxo passará a ocorrer pelo trajeto Tabuleiro do Martins–Canaã–Centro, permitindo maior estabilidade operacional e modernização da infraestrutura energética da região.

As ações estão sendo planejadas em conjunto com o Ministério Público, enquanto órgão fiscalizador, buscando minimizar os impactos aos consumidores e assegurar que a execução ocorra com o menor prejuízo possível à mobilidade urbana e ao fornecimento de energia.

A Equatorial, afirma o membro ministerial, reconheceu que algumas intervenções poderão causar transtornos temporários à população, especialmente em razão das obras viárias e da instalação da nova estrutura de transmissão.

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